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MY WAY-2012-III

SUMÁRIO: *** COSMIC MEMORY *** GNOSE VIBRATÓRIA - EM DEMANDA DO GRAAL - O LABIRINTO DA ETERNIDADE - NA SENDA DO MARAVILHOSO - ENERGIAS E SINERGIAS

Saturday, November 05, 2005

COEFICIENTE DE INTELIGÊNCIA

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COEFICIENTE DE INTELIGÊNCIA ?


Lisboa, 7/11/1994 - É urgente que o pêndulo de radiestesia holística desempenhe também a função de «macacómetro», ou seja, através da medida e detecção do nível vibratório de consciência, saber se o sujeito testado pertence à linha que descende do macaco, ou se, pelo contrário, descende da linhagem que descende directamente de deus.
Com o pêndulo na mão, é possível apurar a que raça pertence o sujeito que está ao nosso lado, sujeito que é capaz de nos estar a espezinhar, só porque lhe foi diagnosticado um QI (Coeficiente de Inteligência) muito elevado, um potencial muito alto, uma vocação para o cálculo invulgar, um talento de ladrão perfeitamente excepcional. A importância do QI, em escolas e empresas, é hoje internacionalmente reconhecido. Os instrumentos ao nosso alcance, mesmo os mais sofisticados, só não conseguem detectar a consciência vibratória e o nível de energia vibratória: de resto, são capazes de medir tudo, incluindo a estupidez da inteligência adoptada como padrão. Mesmo a taxa macacal de qualquer mortal.

OS SUPERDOTADOS

2 - Lê-se por toda a parte, em livros e jornais, os índices de inteligência que dão sucesso e carreira aos jovens. Há mesmo uma associação portuguesa que visa promover os superdotados e, nos EUA, cresce e prospera toda uma classe de jovens robôs que se dedicam, as 24 horas por dia, a cultivar o seu especial talento para programação de computadores. Ainda não há muito tempo, em Portugal, houve um congresso - ou feira - em que se exibiam novos engenheiros de elevado potencial. Os famosos testes psicotécnicos, a que se submetem candidatos a certos empregos, deixam muito orgulhosos os psicólogos que os inventaram e aos empreiteiros que os aplicam. Os patrões de empresa não querem outra coisa. Os psicólogos estão feitos para dar à indústria boa carne de canhão. Sem falar de psicanalistas e psiquiatras, feitos para manipular até à alma a célula do paciente.
O semanário «O Independente» (4/11/1994), em despacho expresso de Los Ângeles, onde está sempre atento, venerador e obrigado o Rui Henrique Coimbra, noticiava, com júbilo dantesco, a descoberta de um ilustre antropólogo que, não se deixando confundir com o antropófago seu homólogo, descobriu, não sei se estatisticamente, a superioridade intelectual do branco sobre o negro: de novo o QI (coeficiente de Inteligência) é a unidade de medida para medir a raça mais esperta e a menos esperta. Só não percebo porque só agora descobriram que o branco, nomeadamente americano, prima pela esperteza. Depois de tudo o que tem feito ao negro - desde o assassinato à linchagem - melhor fora que não fosse o mais esperto. E o de QI mais elevado. A questão do QI é quase tão candente, na perspectiva da cultura europeia, ocidental e cristã, como a questão do tamanho do pénis autorizado pela Comunidade.

NO MUSEU DAS TORTURAS

4 - Se recuarmos um pouco no tempo, vemos como o clássico «exame» - instrumento de tortura que já pertence ao museu dos horrores - foi um antecedente muito artesanal dos testes psicotécnicos. Não ia tão longe: avaliava só a memória. Não media a inteligência. Uns e outro, porém, são unânimes em considerar o ser humano - que é triunitário, portanto corpo, alma e espírito - reduzido a uma única faculdade, aquela que, evidentemente, à sociedade de mercenários interessa cultivar.
Um atestado de QI é, portanto, um atestado de inteligência. Mas pode ser um atestado de estupidez, se os valores em jogo forem um pouco mais amplos. O que faz esta sociedade aos 7 corpos vibratórios, às 9 componentes da alma, às 108 pirâmides e ao labirinto de N portas que é o cérebro humano?
Nesta perspectiva reducionista, e perversa - porque chama inteligência à estupidez - o ser humano é devida e claramente amputado do seu todo energético, do seu potencial vibratório: fica reduzido, examinado, apreciado, analisado e testado ao nível da sua condição mais macacal: o corpo físico e um resto do corpo mental, a que chamam inteligência (ou seja, capacidade calculadora).
Vendo bem a composição do ser humano, desde os infernos até aos céus, desde o Macaco até Deus, pode-se avaliar até que ponto esta «civilização» promove as potencialidades humanas e os valores humanos. Abaixo de macaco, é todo o eixo de valores que a escola moderna exalta. E que os políticos, macacos bem amestrados, adoptam. Experimentem submeter um político ao teste do nível vibratório: verão até que ponto um cão vibra mais alto do que ele. Um gato nem se fala: vibra sempre acima de qualquer humano.

A PORTA PARA A MEDIOCRIDADE CONSUMISTA

5 - No intervalo de tomar a refrescante Coca-Cola, se o cívico parar um pouco para tomar fôlego e meditar, poderá reparar como é estúpido o conceito de inteligência que vigora por escolas, repartições públicas, universidades, jornais, chefes de seita, políticos, autarcas corruptos, enfim, a macacada toda que manda em nós, que manda nas pessoas e no destino das pessoas.
A inteligência localiza-se nas células, mais propriamente numa zona do ADN a que os biólogos moleculares chamam coloridamente «heterocromatina constitutiva». Nomes lindos que a ciência inventa para se divertir da monotonia e da chatice de ser ciência. Ora, nessa heterocromatina constitutiva, localizam-se os deuses da verdadeira comunicação social, ou seja, os metais alquímicos que fazem o leva e trás da informação, ou seja, da inteligência do corpo. E não é dizer pouco, pois, segundo fontes bem informadas, cada adulto, maior e vacinado, comporta para aí uns 600 biliões de células. Se puderem contá-las, agradeço. Se puderem, confirmem ou desmintam este quantitativo, confesso que o meu forte não são nem nunca foram números.
Temos então a inteligência da cadeia do ADN, cadeia esta que - segundo os biólogos moleculares - tem uns quilómetros valentes em cada célula, de tal modo que se Peter Pan quisesse ir da Terra ao Sol, N vezes, podia utilizar sempre uma estrada só do ADN de uma só molécula.
Os cientistas que estão sempre a prodigalizar-nos coisas de estarrecer, bem podiam cultivar o culto por esta pequeníssima grande maravilha do microcosmos que é, de facto, a famigerada cadeia do ADN molecular. Aí, sim, reside a nossa inteligência e não no córtex cerebral, que ainda por cima, na maior parte dos chamados seres humanos (apenas humanoides), se localiza no cérebro reptiliano o que, graças a Deus, tem o nome com ele.
Se olharem um pouco de televisão, só lá vêem cérebros reptilianos. Mas também cá fora, a maior parte dos compatriotas com que temos de nos cruzar são cérebros reptilianos, mas que se arrogam de ter monopolizado toda a inteligência do mundo e arredores.

PATRIMÓNIO GENÉTICO, INTELIGÊNCIA DA CÉLULA

6 - Quando em radiestesia holística se fala de inteligência, é desta inteligência do corpo, desta inteligência do ADN, que se fala. Há que distinguir, e é vibratoriamente que se distingue. Porque, não esqueçamos, Energia = Informação= Suporte vibratório (ADN molecular).
É no gene de estrutura - parte do ADN mais conhecida do mundo científico - que está toda a informação genética (hereditariedade) - passado, presente e futuro de cada um de nós - afinal não somos assim uma tão grande merda como religiões, estados, governos, mafias, televisões, o caraças, querem fazer de nós. ***

2 Comments:

Blogger Cármen said...

Impressionantemente bom - não tanto pelo conteúdo, porque a ele qualquer pessoa que pense pela própria cabeça consegue chegar, mas mais pela forma com que é expresso: a forma como a raiva é expressa, através da ironia e do sarcasmo, transforma-a num texto educado e rico. Parabéns.

5:27 AM  
Blogger Adriana said...

Concordo com o anterior comentário, este é deveras um texto excelentemente concretizado e uma interessante escolha de tema. Merecedor de destaque.
A tão superiormente aclamada inteligência da raça humana é, de facto, tão subjectiva quanto uma obra de arte e infinitamente mais rara.

9:55 PM  

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